terça-feira, 14 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Sem forças...
Hoje estou aqui sentado na varanda da minha casa, esperando
o entardecer, esperando que o sol se vá, e as estrelas estejam iluminando a
solidão da lua, como vc me iluminou enquanto esteve do meu lado, dói, e dói muito
olhar para o lado e apenas ver os objetos
e neles agarrados nossas lembranças, estou ranzinza não sei mais
conversar, não sei mais rir das bobeiras na verdade não sei mais viver, eu
queria estar junto com você, seja lá onde você está, mas tenho medo dessa
viagem, tenho medo do que eu não conheço, me sinto só, mesmo sabendo que
enquanto você esteve aqui você esteve comigo e me prometeu não me deixar , não precisamos
estar fisicamente juntos quando sonho com você mas a dor de acordar e não te
ver, de não ti sentir, de não poder te abraçar quando aperta aqui dentro,é tão
forte que eu perco minhas forças... eu queria e queria muito te olhar e dizer
que ...
Eu sinto sua falta...
Derrepente a vi entrando pelo portão, sentando na minha
frente e olhando em meus olhos cheios de lagrimas, ela ja foi dizendo "vai ser tranquilo", que eu não precisava ter medo, eu confio nela, eu quero ir, quero estar com ela, olho em volta, um lagrima
escorre mas é o que eu quero, me sinto bem, eu preciso ir... ao me levantar e segurar com força em suas mãos me senti jovem, caminhamos e na nossa frente parecia uma nova vida, quando eu olhei para trás, me vi sentado no mesmo lugar
sendo sacudido, choro, dor, saudade foi o que eu deixei, mas acredite, eu estou
bem.
Autora: Pá Ribeiro
domingo, 15 de julho de 2012
Sem estresse
Enquanto o relógio anda rumo ao infinito
tenho consciência que desço um ponto antes
no meio do caminho.
Um ponto que sei que é até onde
eu posso chegar
sem me esbaforir
ou me cansar.
Porém,
sem nenhum desdém
nem pesar,
enquanto não desço
faço minha bagunça no fundo desse escolar.
Por que não sou adulto pra ter carro
e rápido lá chegar.
tenho consciência que desço um ponto antes
no meio do caminho.
Um ponto que sei que é até onde
eu posso chegar
sem me esbaforir
ou me cansar.
Porém,
sem nenhum desdém
nem pesar,
enquanto não desço
faço minha bagunça no fundo desse escolar.
Por que não sou adulto pra ter carro
e rápido lá chegar.
Autor: Kelvin Rodrigues
sábado, 14 de julho de 2012
Rir
Você ai do outro lado sonhando em encontrar-me, imaginando o meu rosto, o meu sorriso ou meu jeito, será você estranho do jeito que eu te imagino ser, será você estranho alguem que eu queira realmente conhecer?!
O tempo passa e o nosso desejo passa também, a curiosidade, ah...
Hoje não é como ontem e amanhã não será como hoje, mas saiba que o que eu fui ontem, sou eu hoje, porém de uma maneira diferente, com uma carga maior, amanhã você, eu, todos nós iremos olhar para trás e dar risada, rir do tanto que choramos, do tanto que sofremos, o até mesmo do tanto que riamos, é, isso é vida, vida que da volta, feito a bola azulada lá no espaço que gira em torno de uma bola de fogo poderosa que mantem a vida distante pois quando mais perto estiver mas perigosa ela pra nós.
Seja feliz, ao caminhar, seja feliz, simplesmente feliz, pois assim que veremos a vida no final das contas, nunca ouviu falar que um dia iremos rir disso tudo?
O tempo passa e o nosso desejo passa também, a curiosidade, ah...
Hoje não é como ontem e amanhã não será como hoje, mas saiba que o que eu fui ontem, sou eu hoje, porém de uma maneira diferente, com uma carga maior, amanhã você, eu, todos nós iremos olhar para trás e dar risada, rir do tanto que choramos, do tanto que sofremos, o até mesmo do tanto que riamos, é, isso é vida, vida que da volta, feito a bola azulada lá no espaço que gira em torno de uma bola de fogo poderosa que mantem a vida distante pois quando mais perto estiver mas perigosa ela pra nós.
Seja feliz, ao caminhar, seja feliz, simplesmente feliz, pois assim que veremos a vida no final das contas, nunca ouviu falar que um dia iremos rir disso tudo?
Autora: Pá Ribeiro
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Uma Poesia Muda
Alguns o vê como desejo,
outros como necessidade,
outros como dádiva.
Este é... o Amor do amor.
Em algumas visões,
uma poesia.
Um momento que o pensamento não fala, sussurra.
Perde voz para o grito da pele,
que conversa em constante altura.
Tudo não existe,
existe dois,
existe um,
que em parar não insiste.
Neste um existe muito:
há caricia que transfere corpo,
há carinho que transborda mudo,
há cuidado e naturalidade de instinto,
há sentimento e não existe muro.
Floresce este sentimento que palpita,
cada vez mais forte no peito,
e grita em meio ao silencio,
as batidas fortes desse alento.
Autor: Kelvin Rodrigues Ferreira
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