domingo, 28 de agosto de 2011

Sinto

Sinto.
Sinto em te dizer.
Sinto mas vou ter que te esquecer.
Sinto mas nosso caso já é um acaso.
Sinto muita falta de você.
Sinto mas essa falta já não faz falta.
Sinto em te dizer que vou te esquecer.
Sinto sentimentos dentro do meu coração.
Sinto que esses sentimentos são simples.
Sinto que esse simples não é fácil.
Sinto que por ti já não sinto nada.
Sinto que tudo já acabou.
Autor: Douglas Stalh

Impulso

Se entregue aos melhores impulsos.
As vezes podem ser bobos.
Podem ser importantes.
Podem ser urgentes,
ou simplesmente pensarem por si só.
Como estes o são.
Involuntários,
automáticos,
pensam por si só, mas nem pensam,
só agem,
quando você para,
e sente você,
é quando o impulso abaixa,
junto com o dançar do coração,
e pensa no impulso.
Esse inconsciente consciente.
Que seja bom para que depois de cair por si
fazer um sorriso sair.

Quer um exemplo?
Saia correndo com uma flor em mãos,
para pessoa que fez aquela sua flor se abrir,
saia correndo para que o polem dela gere outras flores.
Para assim, mais e mais flores se abrirem...
em um bom e perfumado jardim.

Autor2 pessoas, e uma agenda cor de creme

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Pense

Se você tem a razão,
Questione, vá até onde seus direitos permitirem.
Se você está errado,
Escute, mas não deixe que abusem.
Todos tem o direito de errar
mas lembre-se todos também tem
o direito de não perdoar.
No mundo onde vivemos
tudo vai, tudo vem
Não há hora certa,
em instantes nada poderá ser como antes



Autora:Pá Ribeiro

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Momentos Fotogênicos #3

#3.1 Cidade Emorrágica
A cidade sangra por tanto passar
É com pesar que ela nos deixa atravessar.
Mas pra que deixar, se temos o poder de criar?
Posso aquela arvore tirar, subir um prédio que ninguem
irá ao menos se importar, ou abrir uma boca e manifestar. 
Sature minha cidade, pode saturar.
Dilate seu peito em terra pragente passar.
Sangre desesperadamente...e nos deixe sem ar.

Praça Tiradentes


#3.2 Gula dos Prédios
Este cimento comelão, essas vigas essas janelas sem cores e que refletem sem querer.
Sem vida sem calor, sem arrepio e com frio.
Cimento de gente.
Não deixam eu ver o sol de todos,
Não deixam eu ver, o fim do seu dia de trabalho.
Não deixam eu ver o que ninguém mais admira ou vê no dia-a-dia.
Mas espere, ver o que mesmo? Desculpe, é por que estou numa correria...
Por do Sol em Belo Horizonte região Parque Municipal

Autor: Kelvin Rodrigues Ferreira

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Vida la Charles Chaplin

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

Charles Chaplin
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...